10 de abr de 2010

Ilustração. (Jurandir Bozo)



Era uma vez uma borboleta em forma de mulher
Sutil em teus encantos e formas
Sabia e bela borboleta
Que voa a colorir meus sonhos
Sonhos breves de noites quentes
A mim ela em conto de fadas
Fabula das Gerais entre sacis e curupiras
Quais as astucias que povoam teu universo
De “borboleta pousada”
Cerebral ilustrada por Andy Warhol
Abri-me caminhos a informação
Faz-me perguntas do que não tenho respostas
Minha voz rouca ainda não tocou a tua acústica coração
Por mais que deseje mais de tua poesia
Da beleza dos teus enigmas
Ainda és uma lenda desconhecida para mim
Uma borboleta chamada Giselle.

3 comentários:

Gi Moreira disse...

... Como agradecer a tão delicada homenagem?
... Meus versos pobres, sem rima, são pequenos diante de sua generosidade.

Abraços, amigo!

Jurandir disse...

Pelo que li, tuas palavras voam sobre o mero conceito de medida, são versos e palavras que não precisam de rima ou de adornos de ouro... A tua beleza vem do que é simples e não do que é simplório. E já me agradecestes imensamente ao adjetivar-me de amigo.

Anita disse...

Belos.

Abraços.